Deus nunca proibiu, que tivessemos prazeres na carne, o que é condenado são os excessos que podem afetar, prejudicar o nosso espírito, ou seja, a nós mesmos.

Mas que prazeres são esses? Os da carne seriam ligados a matéria, ou seja, os do ter. Os da alma seriam ligados a espiritualidade, ou seja, ao do ser. Ambos devem ser cultivados sem excessos, visto que somos seres espirituais em corpos materiais, necessitando assim dos dois para caminhar sobre a Terra, se houver excessos em qualquer um dos dois lados estaremos nos disvirtuando de nosso caminho de paz, mas nunca esquecendo de caminhar com os olhos no nosso futuro.

Estamos aqui para encontar o que tantos buscamos encontar, em todas as nossas existências anteriores, como não querer crer ou duvidar que somos seres imortais, Jesus já nos afirmava em seu apostaldo que éramos deusinhos, pois somos filho do Eterno e, como entender termos tantas disparidades, entre os filhos do mesmo Pai, como justificar perante a justiça divina, tantas diferanças, como entender o que se  passa, sem procurar usar o raciocínio lógico Cristão.

Ao analisarmos o apostalado de Jesus sobre a Terra, vemos que podemos apenas dizer uma coisa, eu sou o Amor, e o Amor em sua essência é tudo e, tudo é tudo, envolvendo desde os minerais, os vegetais, os animais e até nós seres humanos. O apostolado do mestre foi Amor, as vezes o Amor tem que ser áustero, forte para despertar e conscientizar.

O Amor é entendimento, perdão, nunca , jamais comparsa na aceitação dos erros da vida. Guia sobre as trevas interiores e exteriores que nos cercam, o Amor é……..Tudo.

Os excessos relacionados a matéria causam transtornos, para todos aqueles que inveredam por este caminho, são os vícios que trazem doenças materiais ou morais; são as doenças cardíacas, pulmonares entre outras, os desgovernos morais causados pelas drogas, alcool e sexo, Paulo de Tarso já nos alertava “ O problema não é o uso e sim o abuso, o excesso” . Os excessos dos prazeres da carne estão ligados a nossa forte ligação ao mundo material, são nossas reminicências, ainda muito vivas dentro de nós.

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