A dor é a nossa companheira – lanterna acesa em escura noite – guiando-nos, de retorno, à Casa do Pai Celestial.
E, além da dor, só o trabalho no dever bem cumprido, na caridade e no estudo, é bastante forte para auxiliar-nos a subir.
Trabalhemos e reajustar-nos-emos.
Observemos a grandeza das bênçãos que nos cercam e esforcemo-nos por merecer a chave dos conhecimentos sublimes.
O corpo de carne é uma sombra de que nos valemos para encontrar a verdadeira luz.
A bondade que se desdobra na cooperação fraternal e ajuda, sempre é o clima abençoado em que nossas imperfeições se desfazem.
A romagem na Terra é simples estação de luta curativa para nossa alma.
Tudo prossegue e tudo se aprimora.
Quem se desvela no serviço do bem, quem se faz grande buscando ser pequenino entre os homens, descobre novos roteiros de ascensão.
Jamais esmoreçamos.
Trabalhemos com renovado fervor.
A morte não é o fim, mas apenas breve intervalo.

( Pelo Espírito Raymundinho – Do livro: Cartas do Coração – Médium: Francisco Cândido Xavier )

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